Não conseguia perceber a razão de viver tão solitária e de morrer de igual modo. Não tinha ninguém que me entendesse a alma, nem abrigasse o meu ser. Vivia, porém, desamparada e abandonada por alguém que nunca me chegou a conhecer. Teria sentido, eu viver num Horizonte de tristeza e esquecimento? Preferia viver um dia como se fosse um ano, sem existirem horas nem segundos. Optar por escorrer sangue, a viver num Horizonte morto como este, em que eu vivo...
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